Este diagnóstico de contrato bancário responde, em 5 perguntas rápidas, se o seu caso tem indício de cobrança indevida e organiza um resumo pronto para enviar direto no WhatsApp. Não é uma análise jurídica, é só um jeito mais rápido de começar a conversa já com o contexto do seu caso.
Como funciona o diagnóstico de contrato bancário
O diagnóstico de contrato bancário abaixo organiza, em cinco perguntas, os pontos que normalmente decidem se um contrato vale revisão: o tipo de operação, a taxa de juros cobrada, a existência de capitalização e a data da contratação. No fim, você recebe um resumo pronto para enviar no WhatsApp, já com o contexto do caso.
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Este diagnóstico é apenas um resumo das suas respostas para agilizar o atendimento. A viabilidade e a estratégia do seu caso só podem ser avaliadas com a análise dos documentos pelo perito.
O diagnóstico de contrato bancário não substitui a perícia, mas evita o primeiro contato sem informação nenhuma. Com o tipo de contrato, a taxa cobrada e a data da contratação em mãos, a resposta sobre viabilidade sai mais rápido, e o eventual orçamento já nasce mais preciso.
Quando vale a pena revisar um contrato bancário

Nem todo contrato tem algo a revisar. O diagnóstico de contrato bancário serve exatamente para isso: separar, antes de qualquer análise mais profunda, o caso que tem indício real de cobrança indevida do caso que está dentro dos parâmetros legais. Alguns sinais recorrentes:
- Taxa de juros muito acima da média do Banco Central para a mesma modalidade e período
- Capitalização de juros em periodicidade inferior à anual sem previsão clara no contrato
- Cartão de crédito consignado ou RMC em que o desconto mensal nunca reduz o saldo devedor
- Tarifas cobradas sem previsão contratual ou sem a prestação do serviço correspondente
- Cheque especial ou rotativo com juros muito acima do limite vigente
Cada um desses sinais tem tratamento técnico próprio. Os detalhes de cada modalidade estão nas páginas de cálculo de revisão bancária, cartão de crédito consignado, cheque especial e crédito rural.
O que o diagnóstico não substitui
O resultado das cinco perguntas não é um parecer nem uma análise jurídica. É um filtro inicial, que organiza o caso antes da conversa técnica. A análise prévia de fato, com leitura do contrato e do extrato, é feita depois do primeiro contato, quando já há documentação para examinar. Essa etapa seguinte é a que confirma, com o cálculo, se existe valor a recuperar e qual o caminho mais indicado — ação revisional, embargos ou negociação direta.
Perguntas frequentes
O diagnóstico de contrato bancário tem custo?
Não. É uma ferramenta gratuita para organizar as informações do seu caso antes de falar com o perito.
O resultado do diagnóstico já diz se tenho direito a algo?
Não. O diagnóstico aponta se há indício de cobrança indevida a partir das respostas. A confirmação depende da análise do contrato e do extrato, feita na etapa seguinte.
Preciso ter o contrato em mãos para responder?
Ajuda, mas não é obrigatório. Se você souber o tipo de operação, a taxa aproximada e a data da contratação, já dá para responder. Quando o contrato ou o extrato estiverem em mãos, a resposta fica mais precisa, e você pode enviá-los junto com o resumo pelo WhatsApp.
O diagnóstico serve para qualquer tipo de contrato bancário?
Serve para os casos mais comuns de revisão: financiamento de veículo ou imóvel, empréstimo pessoal ou consignado, cartão de crédito, cheque especial ou rotativo, e capital de giro. Para crédito rural ou PASEP, os detalhes são um pouco diferentes, e o WhatsApp direto costuma ser mais rápido.